CERIMONIAL
DE BORDO
O CERIMONIAL
DA BANDEIRA
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Os navios da Marinha do Brasil, quando em contato com terra (atracados, fundeados ou amarrados), arvoram a Bandeira Nacional no pau da bandeira, na popa. Ao suspenderem, no instante em que é desencapelada a última espia ou o ferro arranca ou é largado o arganéu da bóia, a Bandeira é arriada na popa e içada, em movimentos contíguos, no mastro de combate, mas de forma que nunca deixe de estar içado o Pavilhão Nacional. Não há cerimonial, nessas ocasiões, A Bandeira do Cruzeiro, que é arvorada no pau do jeque, acompanha os movimentos da Bandeira Nacional na popa. Ou seja, é içada e arriada junto com esta.
O Pavilhão é içado às oito horas
da manhã e arriado exatamente na hora do pôr-do-Sol.
O Cerimonial consta de sete vivas com o apito do marinheiro e das
continências de todo o pessoal. Quem estiver cobertas abaixo,
permanece descoberto e em silêncio, atento. O cerimonial do
arriar é maior e consta de formatura geral da tripulação.
Após o arriar, é costume o cumprimento geral de "boa-noite"
entre todos os presentes, sendo primeiramente dirigido ao Comandante. |